sábado, 28 de novembro de 2009

Slash: guitarrista escolhe seus riffs favoritos


MusicRadar.com recentemente esteve com o ex-guitarrista do GUNS N' ROSES e atual Velvet Revolver Slash, para falar sobre riffs.

Sobre o que torna um riff de guitarra matador:

Slash:" um riff matador... Algo que seja memorável, algo profundo, algo que obviamente tenha a seleção certa de notas para fazer com que soe fodásticamente atrativo, eu acho. Tem que ter um ótimo som e tem que ter um bom ataque. Há vários elementos diferentes mas eu acho que a coisa mais importante é algo que seja realmente cativante e algo que fica em você."

Qual o seu riff favorito de todos os tempos?

Slash: "LED ZEPPELIN tem provavelmente o maior acervo de riffs matadores, mais do que qualquer outra banda, sabe. Eu estava pensando em 'Whole Lotta Love'. Eu me lembro quando aquele disco saiu - foda, eu era uma criancinha. Mas você sabe 'Black Dog' é outro. O ZEPPELIN tem provavelmente o maior acervo de riffs matadores, mais do que qualquer outra banda, sabe. Eu poderia continuar... tem tantos grandes riffs, que é difícil escolher qual é o número um."

Qual de seus riffs te dá mais orgulho?

Slash: "Eu sempre adorei 'Paradise City', eu sempre achei que era ótimo. 'Rocket Queen' era algo pelo qual eu sempre tive muito carinho. E 'Jungle' é ótimo. Todos parecem gostar de 'Sweet Child O' Mine' e é um riff muito legal, mas provavelmente opto por 'Welcome To The Jungle' e não 'Sweet Child O' Mine'."

(Fonte: Music Radar)

Dee Snider: quem não é do Metal não deve usar os chifres


Motivado pelo que ele chama de "abuso sistemático" dos chifres do metal, o ícone do gênero e líder da banda TWISTED SISTER, Dee Snider, lançou um web site dedicado à retomada do nosso símbolo icônico do heavy metal, TakeBackTheHorns.com.

"O exagerado mau uso dos chifres do metal é um insulto aos verdadeiros fãs da música a qual os chifres representam", diz Dee. "Eles não foram inventados com a intenção de serem utilizados por membros das comunides hip hop, country e pop. Lutamos duro e por muito tempo para que a música que amamos seja reconhecida. Eles não têm o direito de usar nosso sinal!"

Reconhecendo o humor da situação, TakeBackTheHorns.com é dedicado não apenas a conscientizar sobre este abuso, o site foi criado para informar e educar o leitor sobre a história e o uso apropriado dos chifrinhos. Dee Snider espera que o site una a enorme comunidade heavy metal na luta para extinguir futuras explorações e degradações aos chifres do metal. "Eu aprecio o apelo que é fazer o sinal dos chifres e até admito que seu uso indiscriminado mostra exatamente o quão longe foi a aceitação ao heavy metal como estilo musical. Mas quando Joãozinho levanta as mãos pra fazer os chifrinhos para a mãe dele pois conseguiu fazer número dois no troninho, as coisas foram longe demais" diz Snider.

TakeBackTheHorns.com também possui uma seção onde os visitantes podem postar fotos de abusos no uso dos chifres e um sistema interativo de votos que ajudam a definir a utilização apropriada do símbolo.

Dee diz ainda, "Nos anos 80 eu fui para Washington D.C. para defender o heavy metal e lutar contra a censura. Agora é tempo de eu defender novamente a música que amo contra um inimigo diferente. Preciso dos headbangers de todo o mundo para se juntarem a mim nesta luta tão importante . Vamos dizer aos fornecedores das outras formas musicais, os usurpadores de nossa marca... arrumem seu próprio sinal, suas putas! Vamos tomar os chifres de volta ao... ponto com!" (aludindo ao nome do site).


(Fonte: Fonte desta materia em inglês)

AC/DC (Estádio do Morumbi, São Paulo, 27/11/09)


E nesta sexta-feira (27/11/2009), num Estádio do Morumbi (São Paulo) tomado por mais de 65 mil fãs, o AC/DC conseguiu adicionar uma façanha em seu currículo já irretocável: até a chuva parou para vê-los e ouvi-los tocar. Precisa falar mais alguma coisa?

Como diria o poeta, "chovia a cântaros" na Zona Sul da capital paulista até por volta das 21h. Quem se encaminhava ao Morumbi, ou quem já estava no estádio à espera do show, foi castigado por uma chuva que não dava mostras de que poderia parar. Mas até São Pedro, o dono das chaves do Céu e comandante da grande central meteorológica da Terra, quis prestar o seu tributo ao AC/DC. Sim, pelas duas horas de espetáculo que viriam a seguir, não seria demais concluir que Angus Young e Cia. fizeram a chuva parar.

O primeiro – e único – show do AC/DC no Brasil após intermináveis 13 anos de espera tinha mesmo uma aura toda especial. Desde a batalha desumana para adquirir ingressos, comparável à vergonhosa venda de tíquetes para a turnê de Madonna em 2008, até o nosso inevitável ciúme em ver que a banda marcou três shows seguidos em Buenos Aires (2, 4 e 6 de dezembro, no estádio do River Plate) e apenas um no Brasil, tudo aumentava a expectativa para uma apresentação perfeita no Morumbi. Mas o final justificou todos os meios.

Se, por um lado, a escassez de datas no Brasil minou as oportunidades de milhares e milhares de fãs pelo país afora, a exclusividade do show em São Paulo transformou o Morumbi num bonito mosaico de sotaques. Desde o "paulistês" carregado do interior até os tons inconfundíveis de quem veio do Nordeste, era possível ouvir de tudo ao redor e dentro do estádio. Este cronista, por exemplo, teve a oportunidade de acompanhar um casal de amigos americanos ao show. Acostumados a grandes espetáculos em organizadas arenas de Chicago e Houston, eles se impressionaram (e também se assustaram, é verdade...) com o mundaréu de gente, com a civilizada baderna, com o trânsito simplesmente surrealista e com a devoção inflamada dos fãs brasileiros.

Mas falemos do show, que começou com espantáveis cinco minutos de atraso (nem dá para chamar isso de atraso). Às 21h35, os refletores se apagaram para revelar um mar de luzinhas vermelhas piscantes – as tiaras de chifrinhos vendidas a R$ 10 na porta do estádio, compradas por pelo menos um terço da platéia. Os telões, de resolução perfeita, começaram a exibir o desenho animado de abertura: uma aventura da banda dentro de um trem descontrolado e em altíssima velocidade – o "Rock N' Roll Train", música de abertura do álbum "Black Ice". Aos primeiros acordes das guitarras de Angus e Malcolm, uma gigante locomotiva abriu caminho no palco para mais um show do AC/DC.

"Não falamos bem 'brasileiro' (sic), mas falamos rock n' roll", disparou Brian Johnson ao saudar a platéia. Nem deu para rir com o erro macarrônico do simpático vocalista, pois "Hell Ain't a Bad Place to Be" e a espetacular "Back in Black" chegaram na sequência para tirar o fôlego da galera.

"Big Jack", a segunda das quatro músicas de "Black Ice" executadas, foi muito bem recebida e comprovou que os discos novos do AC/DC são trabalhados à perfeição – é por isso que a banda opta por hiatos de sete anos ou mais entre seus lançamentos recentes, em vez de se arriscar a soltar discos 'meia-boca' a cada dois anos (infelizmente, muitas boas bandas das antigas parecem ainda não ter aprendido esta lição...). "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" (uma das melhores músicas da noite), "Shot Down in Flames", "Thunderstruck" (igualmente maravilhosa) e "Black Ice" (outra novidade do repertório) arrebataram o público, que se divertia como nunca em um Morumbi já completamente sem chuva.

"Esta música é sobre uma vagabunda... ", anunciou Brian Johnson, entre risos e acordes distorcidos da guitarra de Angus. "Esta música se chama 'The Jack'", completou, para delírio da galera. Mostrando estar no espírito da música, uma das moças da platéia não teve dúvidas ao se ver no telão: levantou a blusa e exibiu o sutiã para todo o Morumbi apreciar.

Que tal uma pausa para respirar? Nunca... O sino gigante desceu ao centro do palco para anunciar, com suas badaladas inconfundíveis, que "Hells Bells" estava prestes a começar. Depois dela, "Shoot to Thrill" manteve as gargantas aquecidas e abriu caminho para a animada "War Machine", último petardo da lista de "Black Ice" no set atual.

Fazendo jus ao seu caráter épico, o show entrou na reta final com uma sequência de clássicos inesquecíveis: "Dog Eat Dog", "You Shook Me All Night Long" (cantada em uníssono) e "T.N.T." (pesada e arrebatadora). Ao chamar "Whole Lotta Rosie", Brian Johnson brincou: "Trouxemos uma antiga namorada para o show de hoje..." – foi a senha para uma gigante e corpulenta Rosie inflável, de provocantes luvas, sutiã e cinta-liga vermelhas, tomar forma montada na locomotiva do Rock N' Roll Train que adornava o palco. Para o fecho perfeito, um clássico atemporal: "Let There Be Rock", ilustrada por um emocionante videoclipe com imagens dos mais de 35 anos de carreira da banda e ainda emendada por um insano solo de quase 20 minutos de Angus Young. Sim, àquela altura do campeonato ele ainda era capaz de correr para todos os cantos do palco, provocando os fãs e dedilhando acordes distorcidos em sua guitarra.

É claro que ninguém arredou o pé do estádio diante do falso adeus de Brian Johnson. Poucos minutos depois, um alçapão esfumaçado se abriu no meio do palco para mostrar Angus Young saindo direto da estrada do inferno: "Highway to Hell" abriu o bis com toda a autoridade possível. Lindo, mas também triste, pois todos sabiam que o show chegava ao fim, foi ver os canhões se posicionando ao som das notas de "For Those About to Rock". Execução perfeita, salva de tiros e muita ovação marcaram a despedida de Angus, Malcolm, Brian, Cliff Williams e Phil Rudd. Acabou? Não exatamente: uma queima de fogos estonteante foi a cereja do bolo de um show que beirou a perfeição. Não foi à toa que até a chuva pagou tributo e ficou calada durante todo o restante da noite.

Se o AC/DC saúda todos que curtem rock n' roll, o Brasil teve o privilégio de saudar, mais uma vez, uma das melhores e mais respeitadas bandas de todos os tempos. Tivesse São Paulo recebido mais shows do AC/DC ao longo dos anos, talvez o apelido de "Terra da Garoa" nem existiria.

AC/DC – São Paulo (Morumbi) – 27/11/2009

Rock N' Roll Train Hell Ain't A Bad Place To Be Back In Black Big Jack Dirty Deeds Done Dirt Cheap Shot Down In Flames Thunderstruck Black Ice The Jack Hells Bells Shoot To Thrill War Machine Dog Eat Dog You Shook Me All Night Long T.N.T. Whole Lotta Rosie Let There Be Rock (Bis) Highway To Hell For Those About To Rock (We Salute You)


(Fonte: Por Fernão Silveira)

sábado, 31 de outubro de 2009

Aerosmith: Steven Tyler comenta sua queda do palco


O vocalista Steven Tyler do Aerosmith publicou a seguinte declaração sobre o incidente da semana passada em que ele caiu do palco quebrando o ombro durante apresentação em Sturgis, Dakota do Sul.

“Uma tempestade tinha atrasado o show em uma hora, mas depois que o tempo melhorou, a lua cheia e milhares de pessoas estavam prontas para curtir! Era um de nossos melhores shows em um longo tempo! A banda estava detonando e eu estava curtindo cada minuto!

E quando eu estava pensando ‘Não pode ficar melhor que isso’... houve uma falha completa no sistema de som! (você pode ver imagens no You Tube). Nós estávamos tocando ‘Love in an Elevator’ e a banda percebeu que alguma coisa estava errada. Eu não ia me esconder e jogar Rock Star até tudo estar arrumado.

Eu queria continuar o show, então peguei meu microfone para continuar a música. Eu estava dançando e fui para um lado quando deveria ir para o outro... então eu escorreguei e caí do palco.

Eu aterrisei de cabeça para baixo, e tive que levar vinte pontos na parte de trás da cabeça e quebrei o ombro Eu estou agradecido por não ter quebrado o pescoço! Na verdade, depois de milhares de shows, cair do palco quatro vezes não é tão ruim.

Eu quero agradecer todos os fãs por seu amor e apoio. Eu também quero agradecer a equipe doAerosmith e do Buffalo Chip pelo cuidado que tiveram comigo... e o departamento de policia de Sturgis e a equipe do helicóptero que me tirou de lá antes que sangrasse até a morte... e todos o médicos e enfermeiras do Hospital Rapid City.

E, além de tudo, eu quero agradecer ao anjo no meu ombro”.


Traduzido por Daniel Nusa | Em 22/08/09 | Fonte:Blabbermouth

Serguei: querendo abrir show do AC/DC - no Rio de Janeiro!


De acordo com mensagens na página de Serguei no Twitter, o músico teria sido sondado para abrir o show do AC/DC no Rio de Janeiro (Nota: só existe um show do grupo anunciado, e será em São Paulo). Uma hora depois Serguei corrigiu o erro, confira as mensagens:

- "Bicho, ontem me sondaram para fazer a abertura pro AC/DC no Rio. Mas aí a produtora fez cara feia pra meia dúzia de pedidos que eu fiz"
- "Eu só pedi para escolher os seguranças, uma árvore inflável e toalhas bordadas pelas servas cegas do Santíssimo Sacramento"
- "Pô bicho, vou contar pro Angus que um dia sonhei que era sua guitarra e ele rolava comigo no palco enquanto me dedilhava"
- "Tô pensando em pedir para o AC/DC fazer um show em Saqua. Se rolar isso, dispenso as minhas exigências para abrir o show."
- "E me confundi, people. Por enquanto, só vai rolar show em Sampa mesmo. SORRY!"

The Offspring: "Somos como Jonas Brothers e Hanson!"


Depois de quase 25 anos juntos, os integrantes do OFFSPRING dizem que estão tanto tempo juntos porque são como um grupo de irmãos. A banda californiana, dona de hits como "Come Out And Play", "Self Esteem" e "Pretty Fly (For a White Guy)", sobreviveram aos altos e baixos dos negócios da música com a maioria dos membros originais.

O guitarrista Noodles disse que o segredo para a longevidade do OFFSPRING é pelo fato de serem como uma verdadeira família.

"Nós nos tornamos como irmãos, como família", disse o guitarrista ao programa 'AAP Orange County',da Califórnia. "Temos os nossos objetivos e lutamos, mas não somos como os irmãos do Oasis ou BLACK CROWES. (...) Nós somos mais como os JONAS BROTHERS e HANSON", completou.

Recentemente a banda fez uma turnê pelos Estados Unidos para divulgar o seu novo álbum de estúdio, 'Rise & Fall, Rage & Grace', lançado no ano passado. Durante os shows, era o público que escolhia as músicas que queriam ouvir.

O OFFSPRING tem marcado um show para 31 de outubro, no 'Etihad Stadium', na Austrália.

Elvis Presley Curiosidades


Elvis era um tipo de pessoa que precisava levar tudo aos extremos até esgotar o seu interesse por determinada coisa. Chegava a padrões, sem limites e progressivos, de tornar realidade qualquer tipo de fantasia que tivesse. Dali a algum tempo, perdia o interesse, e não dava a essa fantasia nenhuma importância. Comportamento este que o cantor sempre manteve como padrão para sua vida emocional. Relacionamentos começavam com a mesma facilidade que terminavam.


Elvis dizia: " - Eu não diria que garotas são um hobby meu. São um passatempo."


Existem duas histórias sobre Elvis Presley. A primeira, que todos conhecem, parece um conto de fadas, já invadiu o território das lendas e mitos, e terminou em tragédia. A segunda, a que poucos tiveram acesso, mostra o ídolo em sua verdadeira face humana, com seus defeitos e virtudes, suas ambições e desejos, seus ódios e amores, sua tempestuosa relação com o universo pop e com as pessoas que o cercavam.


Elvis dizia: " - Em público, gosto de roupa bem conservadora, alguma coisa que não seja espalhafatosa. Mas, no palco, gosto da roupa mais espalhafatosa que puder."


Gladys Presley [mãe], Vernon Presley [pai], Priscilla Ann [esposa] e Lisa Marie [única filha]. Existem 3 marcos fundamentais na vida emocional de Elvis: a morte da mãe, o casamento com Priscilla e sua separação em 1972.


Elvis dizia: " - Observo e ouço a platéia, e sei que tanto eles quanto eu estamos pondo alguma coisa para fora. Nenhum de nós sabe o que é. O importante é que estamos nos livrando disso, sem ninguém se machucar."


Elvis tinha graves problemas de cólon, do aparelho digestivo e um glaucoma no olho esquerdo. Os exames post-mortem acusaram indícios do que poderia ser um certo tipo de câncer ósseo, o que efetivamente comprovou que Elvis estava doente.


Elvis dizia: " - Não gosto de ser chamado de Elvis, Pelvis. É uma das expressões mais infantis que já ouvi vinda da boca de um adulto. Mas, se quiserem me chamar assim, não posso fazer nada, sou obrigado a aceitar."


Você sabia que o primeiro show acústico a ser exibido na televisão foi de Elvis Presley ? Das cenas não aproveitadas, o canal de TV a cabo americano, HBO, aproveitou um dos shows intimistas acústicos e o exibiu na íntegra em 1980, e foi o primeiro show acústico da história do Rock ? Posteriormente, este show saiu em home-vídeo e ficou conhecido como "One Night With You" -, nome dado pela HBO.


Elvis dizia: " - É preciso rebolar para atrair uma multidão. Se eu só ficasse lá parado, cantando, sem me mexer, as pessoas diriam 'eu poderia ficar em casa, ouvindo os discos dele'. É preciso montar um show para as pessoas."


As "jumpsuits" [como são conhecidas as roupas de Elvis] foram criadas à partir das solicitações do artista em função de seus movimentos no palco, inspirados em artes marciais, e surgiram diante de sua recusa em apresentar-se de smoking, que até então -, era um padrão nunca infringido em Las Vegas ?


Elvis dizia: " - Quando comecei a cantar eu pesava 70 quilos. Hoje peso 84. Não fiquei mais alto, mas estou ganhando um pouco de peso. A única malhação que faço é no palco. Se não fosse por isso, eu ficaria meio barrigudo, de tanto que como."


Os exames post-mortem de Elvis acusaram indícios do que poderia ser um certo tipo de câncer ósseo, o que efetivamente comprovou que Elvis estava doente -, e não simplesmente era viciado em barbitúricos ?


Elvis dizia: " - Gosto de costeletas de porco e presunto da roça, batatas em creme, coisas assim. Gosto de molho caipira, que é feito de presunto, bacon, coisas assim. É a gordura na qual você frita as coisas. Como muito Jell-O (gelatina) de frutas."


Você sabia que: ao conhecer o famoso guitarrista Eric Clapton, Elvis não sabia quem ele era e muito menos tinha noção do que fazia ?

" - Mas quem diabos é esse Eric Clapton ?" -, perguntou Elvis.
Ao ser apresentado, falou: " - Afinal, o que é que você faz ?"

Clapton respondeu: " - Sou guitarrista !"
Elvis então disse: " - Ah! então é isso. Você quer aulas de guitarra. Posso chamar meu guitarrista (e chamou) e pedir a ele que o ajude".

Clapton sem graça, assistiu o filme com Elvis e se despediu.
" - Esse tal de Eric Clapton é um bom sujeito" -, finalizou Elvis.


Elvis dizia: " - O que eu gosto do sucesso é saber que tenho tantos amigos. Um monte de amigos íntimos mesmo que conheci desde que entrei para o show business."